22 de outubro de 2009

Ah não, Bandeira!

Um cambaleante toxicômano,
talvez um ébrio habitual,
me catequize o novo dialeto.
Fecho os livros, os olhos...
RELATIVAMENTE INCAPAZES!
Minha’lma sim!,
vê um homem
afogado em sua desgraça.
Sem flores ou floreios.
Desgraça.

Nada como a desgraça em Chico, não?
Doce e lírica...

Mas se bem me parece,
o homem antes mergulhara
numa garrafa antilírica.
E tanto ajudava o motorista ao acelerar brecar bruscamente...
E tão amargos eram os risos ecoantes quando se desfigurava no piso imundo...
Aonde leva a condução?
Desequilibrados! Desequilibristas!
Todos rumo ao mesmo destino.

Ah não, Bandeira,
minha’lma insiste em ver homens...
Desgraça!

Um comentário:

Mary disse...

Gente, muito massa o blog! Bom saber que tem uma galera como vocês que fazem uma poesia bacana e desenvolta aqui em Sâo Luís. :)

Só queria saber quando será o sarau, porque percebi que você cancelaram uma tentativa....adoraria presenciar um evento desses, e além do mais ia ser ótimo ver um grupo independente organizar algo assim. ^^

Abraços!